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| Imagem retirada da Internet |
Dei uma senhora paletada. Desci do ônibus, na Av. Rebouças e desci toda a Av. Brasil para chegar no Parque, aproximadamente 2,5km. Como adoro caminhar, não houve grandes problemas.
O Parque é imenso, muita segurança, tudo limpo, conservado, nota 9. Pois faltou sinalização para um parque imenso.
O governo do Estado descobriu uma formula simples de fazer a economia circular em São Paulo. Simplesmente melhorou e muito a segurança nos grandes centros e lugares turísticos. Se tem segurança, o povo sai. O povo saindo, há gastos, consumo, pois no mínimo você vai beber uma água mineral, se estiver com criança então, nem se fala, é doce, sorvete, refrigerante, salgados. Aí gera renda, gera emprego, gera impostos... Que é o que todo governo gosta. Já na minha terrinha, o povo lá só gera estudo de viabilidade...
Em uma comparação, eu saio em São Paulo com minha Nikon D3000, nas mãos sem nenhum problema, pegou ônibus, chego em casa depois das 23h e sempre com segurança. Não posso falar muito não, pois quando fui elogiar o sistema de transporte, a zorra do ônibus em que eu estava quebrou em plena Rodovia Raposo Tavares. Mas em Salvador, eu não saio com meu brinquedinho, nem na janela de casa, quanto mais na rua. Ah! Ontem eu também levei a câmara para o Parque, mas foi para fotografar outras paisagens e acabei esquecendo de fotografar o parque. Acontece...
O que mais me impressionou no parque foi a quantidade de estrangeiros passeando, caminhando, correndo, se divertindo. Vi italianos, ingleses, alemães, espanhóis, franceses e até gregos (esse último reconheci pela bandeira na roupa, não é a Grécia que tá em crise?).
A pluralidade cultural de São Paulo, eu comparo com a de Paris, pois quando estive na capital francesa, era raro no centro da cidade, ouvir somente o francês.
A tarde foi simplesmente maravilhosa!!!

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