Hoje vi duas grandes gaffes no telejornalismo em São Paulo.
Assistindo Hoje em Dia, da rede record, a forçada apresentadora Cris Flores falando da família real Britânica, afirmou que o príncipe Charles quer ser rei, mas que a mãe não quer mais morrer e depois deu uma grande gargalhada. Quem achou graça? Na cabeça de quem perder a mãe é desejo de um filho? E além de título de nobreza, que Charles já possui, será que a mocinha não sabe que a família real britânica não tem mais poder?
Paralelamente, Cesar Tralli, que eu particularmente gosto, do SP TV, cometeu um pequeno erro, sem risos, e se desculpando imediatamente. Quando chamou o cantor "Chorão", de "Cheirão"... Coitado de Cesar.
Quanto a mortes. Digamos que a vida me tornou frio, não sinto falta de quem morreu, até mesmo porque a mediunidade me dar a certeza de que ninguém morre. O que sinto é por ele, que não teve a vida fácil e quando aparentemente melhora de vida, quando tem seu talento reconhecido, segue o caminho que a própria mídia ta cansado de bater, que não tem volta. E não tem mesmo.
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